domingo, 16 de agosto de 2009
Texto novo no Insônia Literária
Palavras Desconexas - leia aqui
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sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Quando o amor estiver nas minhas rimas, desconfie...
Quando o amor estiver nas minhas rimas, desconfie. Quando o sexo invadir a prosa também. Se o desespero sufocar as letras, esqueça. Há algo errado no ar. Quando amo não sobra letra. Quando transo só há suspiro. Quando choro, só tenho lágrima. E se estou escrevendo, já superei.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Cuspe
Entre goles de cachaça
e trocas furtivas de saliva,
eu vou cuspindo você.
Entre baforadas de fumaça
e liberdade permissiva,
vou conseguindo esquecer.
Porque eu não engulo mais
nossa história,
que ficou presa no passado.
Encontrei a paz nessa escola:
na beleza do emaranhado
de futuros incertos,
e recomeços sem fim,
de tudo que foi descoberto,
você já não serve pra mim.
e trocas furtivas de saliva,
eu vou cuspindo você.
Entre baforadas de fumaça
e liberdade permissiva,
vou conseguindo esquecer.
Porque eu não engulo mais
nossa história,
que ficou presa no passado.
Encontrei a paz nessa escola:
na beleza do emaranhado
de futuros incertos,
e recomeços sem fim,
de tudo que foi descoberto,
você já não serve pra mim.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Love is not that feeling
Minha analista disse que eu me exponho demais quando publico minhas poesias. Às vezes sim, às vezes não, porque nem sempre escrevo sobre o que vivo e sinto no momento, embora a maioria pense que sim. Muitas vezes, pra não dizer na maior parte do tempo, escrevo sobre o que queria fazer e ter mas não faço nem tenho...
Mas, como disse Leminski, não preciso explicar a poesia! Já que estou aqui fazendo isso, repito o que disse no meu facebook: não me julgue pelo que escrevo e sim pelo que faço. Aliás, pra que você precisa me julgar? Ah tá, então agora pode ler a minha tentativa de poetar em inglês, vai.
Love is not that feeling they sing,
is something that brings you to reality.
The real happiness is it’s priority.
The yearning that blinds,
someday you’ll find
is the opposite of love.
Just grow old
and you gonna live above
that stupid ideas of life.
And so you must dive
in this feeling sincere.
You just need to love me
and learn.
Mas, como disse Leminski, não preciso explicar a poesia! Já que estou aqui fazendo isso, repito o que disse no meu facebook: não me julgue pelo que escrevo e sim pelo que faço. Aliás, pra que você precisa me julgar? Ah tá, então agora pode ler a minha tentativa de poetar em inglês, vai.
Love is not that feeling they sing,
is something that brings you to reality.
The real happiness is it’s priority.
The yearning that blinds,
someday you’ll find
is the opposite of love.
Just grow old
and you gonna live above
that stupid ideas of life.
And so you must dive
in this feeling sincere.
You just need to love me
and learn.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Não é carência
Não é carência nem indecência essa minha vontade de amar. É a busca pela eterna magia da poesia. Alegria de te achar, mesmo onde você não está.
Fragilidade, que nada! É furar a onda, de cara lavada, investir na ronda, na foda, está sempre na moda, se apaixonar.
Senão pra que a vida, fudida? Senão fantasiosa, aconchegante, no colo de um amante, que nos faz ser mulher.
Não quero ser apenas mãe, namorada, esposa. Quero ser a puta na cama. Aquela que você derrama com pressa e sofreguidão. Aquela que sente o peso e a força de tua mão.
Não é carência nem indecência essa minha vontade de amar. É a busca pela eterna magia da poesia. Alegria de te achar, mesmo onde você não está.
Fragilidade, que nada! É furar a onda, de cara lavada, investir na ronda, na foda, está sempre na moda, se apaixonar.
Senão pra que a vida, fudida? Senão fantasiosa, aconchegante, no colo de um amante, que nos faz ser mulher.
Não quero ser apenas mãe, namorada, esposa. Quero ser a puta na cama. Aquela que você derrama com pressa e sofreguidão. Aquela que sente o peso e a força de tua mão.
Não é carência nem indecência essa minha vontade de amar. É a busca pela eterna magia da poesia. Alegria de te achar, mesmo onde você não está.
sábado, 1 de agosto de 2009
Perdeu, playboy
Quem diz “Não quero criar expectativas” já está criando. Quem não espera nada de um relacionamento nem pensa sobre isso. Simplesmente não faz planos. Apenas aproveita o que lhe interessa. Quem pensa demais - e teoriza - na verdade está se protegendo do que já existe no seu coração há tempos...
Nome próprio
Impossível assistir ao filme “Nome Próprio” e meus dedos não formigarem para escrever. Mesmo sendo 2h 48 da madruga. Não estou aqui para falar da atuação de Leandra Leal - brilhante – mas sim de Clarah Averbuck. Como Bukowski já fez, a mulher da vida real que virou personagem vive até a última sílaba, chora por todas as vírgulas, ri com todos os acentos, sempre em busca de pontos finais.
Talvez muitos assistam e pensem: “como ela é louca”. São os mesmos que vêm depois tentar me consolar quando leem um poema/prosa em que falo das minhas dores. Para esses, vai a resposta contida no filme:
“Então o amor também acaba?
Não que eu saiba.
O que eu sei é que a vida
se encarrega de transformar
numa matéria prima,
em raiva,
ou então em rima.”
Talvez muitos assistam e pensem: “como ela é louca”. São os mesmos que vêm depois tentar me consolar quando leem um poema/prosa em que falo das minhas dores. Para esses, vai a resposta contida no filme:
“Então o amor também acaba?
Não que eu saiba.
O que eu sei é que a vida
se encarrega de transformar
numa matéria prima,
em raiva,
ou então em rima.”
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